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Planeta Atlântida 2027 acontece nos dias 29 e 30 de janeiro; pré-venda começa na próxima semana

Depois de comemorar 30 anos de história em uma edição marcada por recordes, o Planeta Atlântida entra em contagem regressiva para 2027. O maior festival de música do sul do país será realizado nos dias 29 e 30 de janeiro, em Atlântida, no litoral norte gaúcho. As datas foram anunciadas em evento de lançamento na noite desta quarta-feira (21), no campus da PUCRS. Em show aberto ao público do DJ Topo e do rapper Teto, um dos destaques do trap nacional, quem esteve presente pôde conferir em primeira mão o filme publicitário que apresenta a nova edição. “Pra sempre ou só por um momento” é o conceito que embala o Planeta Atlântida 2027. Inspirada em um trecho da música Outra Noite Que Se Vai, de Armandinho, a campanha celebra aquilo que faz do festival uma experiência única: momentos que passam, mas deixam lembranças para sempre. Com uma história que atravessa gerações, o Planeta evolui a cada verão sem perder sua essência. O filme reúne símbolos que fazem parte dessa trajetória — o clima praiano, o sol, a chuva, os encontros com os ídolos e as emoções compartilhadas entre amigos. Armandinho, artista que mais vezes subiu ao palco do festival, é o convidado especial da campanha, que combina a poesia de sua música com as histórias e memórias dos planetários. — O Planeta se reinventa a cada ano, sempre conectando pessoas, criando memórias e transformando momentos em histórias que ficam para sempre. Celebramos 30 anos de uma trajetória incrível, mas o mais bonito é saber que essa história continua sendo escrita a cada edição, por novas gerações de planetários. Porque o Planeta é muito mais do que dois dias de música. É feito de encontros, emoções e lembranças que nos acompanham pela vida inteira. Os 30 anos foram mágicos, mas o Planeta é infinito. E é isso que queremos celebrar em 2027 — afirma Caroline Torma, diretora-executiva de Marketing, Negócios TV e Entretenimento do Grupo RBS, que lidera o festival desde 2022. O Planeta também evolui como plataforma de conteúdo e experiência, compartilhando com marcas parceiras o mesmo propósito de proporcionar conexões que gerem valor para o público e para o RS. A edição de 2027 foi anunciada já com cinco patrocinadores masters — Renner, Banrisul, Coca-Cola, PUCRS e Budweiser —, e a expectativa é superar o recorde de comercialização alcançado em 2026, quando o festival somou 39 marcas parceiras, seis a mais do que no ano anterior. O Planeta Atlântida é uma realização do Grupo RBS e do DC Set Group. Pré-venda A pré-venda para o Planeta Atlântida 2027 será na quarta-feira (28), para clientes cartão de crédito Banrisul Mastercard; e na quinta-feira (29), para cartões de crédito Banrisul Visa e Mastercard. O Planeta O Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e ocorre desde 1996, na sede campestre da Saba, na praia de Atlântida, no litoral norte gaúcho. Mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais, de diferentes estilos, já passaram pelos palcos do Planeta, levando aos planetários mais de 900 horas de música. O festival é o evento mais aguardado do verão gaúcho, em um encontro de gerações que completou 30 anos com edição histórica em 2026.

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Entrevistas

Huguinho grava Esse Sou Eu com Maguzinho e A Favela Venceu com Renan Oliveira

O cantor Huguinho, destaque do pagode no Norte Fluminense, prepara uma nova etapa da carreira com duas parcerias musicais ao lado de Maguzinho e Renan Oliveira. As gravações fazem parte de um novo repertório que busca ampliar o alcance do artista e aproximar seu trabalho do público da capital do Rio de Janeiro. Parcerias marcam nova fase Uma das novidades é a música Esse Sou Eu, gravada com Maguzinho. A faixa apresenta o lado romântico de Huguinho e reforça a identidade musical que vem construindo ao longo da carreira. A segunda parceria é A Favela Venceu, registrada com Renan Oliveira. A canção aborda superação e valorização das comunidades, trazendo elementos que dialogam com a realidade da periferia. Além das duas colaborações, Huguinho também prepara o lançamento de Textos que Escrevi, música que ganhará um videoclipe. Pagode do Huguinho mira expansão em 2027 As novas gravações integram os planos de expansão do cantor para 2027. Entre os projetos está o Pagode do Huguinho, label própria com a proposta de levar o artista a diferentes cidades do Rio de Janeiro. A iniciativa pretende fortalecer a presença de Huguinho no circuito estadual de samba e pagode, conectando o público do Norte Fluminense a novos espaços e oportunidades na capital. Com as parcerias e o planejamento de novos shows, o cantor aposta na combinação entre identidade musical, repertório autoral e colaborações para ampliar sua presença no cenário do pagode fluminense.

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Mercado

Projeto audiovisual da Pandora alcança 1 milhão de views após lançamento em setembro

Lançado em setembro, audiovisual reúne clássicos dos anos 1980 e 1990 em um show completo registrado no All Need Master Hall O audiovisual Máquina do Tempo, da banda gaúcha Pandora, alcançou a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. Gravado no All Need Master Hall, em Caxias do Sul, o projeto foi lançado em 24 de setembro e reúne clássicos dos anos 1980 e 1990 em um espetáculo que conecta música, memória afetiva e referências visuais de diferentes gerações. A gravação ocorreu em 20 de junho e foi concebida a partir da proposta de revisitar duas décadas marcantes da música internacional. Além do repertório, Máquina do Tempo incorpora elementos visuais, figurinos e a atitude estética que fazem parte da identidade da Pandora desde o início da trajetória do grupo. A ideia é transformar o show em uma experiência audiovisual que vai além da execução das músicas. Entre os destaques está Voyage Voyage, canção que conduz a apresentação e sintetiza a proposta do projeto: resgatar melodias reconhecidas pelo público e despertar lembranças que atravessam épocas e gerações. Natural de Feliz, no Rio Grande do Sul, a Pandora mantém sua formação original, com Xandi Gonçalves nos vocais, teclado e violão; Ivan Luz no baixo; Diego Schardong na bateria e programações; e Samuel Pesan na guitarra e vocais. A marca de 1 milhão de visualizações representa um novo marco na circulação digital do trabalho da banda e amplia o alcance de um espetáculo registrado na Serra Gaúcha. O projeto também dá continuidade à sequência de produções audiovisuais do grupo, que lançou Pra Sentir e Viver, em 2024, e o DVD Pandora Rock Baladas, em 2025, trabalho que posteriormente deu origem a uma turnê por teatros da região Sul. O show completo de Máquina do Tempo está disponível no YouTube.

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Notícias

Classic Hall fortalece Pernambuco como destino dos grandes shows nacionais e internacionais.

Inaugurado em 2001, o Classic Hall, em Olinda, surgiu com a proposta de colocar Pernambuco no mapa das grandes turnês nacionais e internacionais. Com capacidade para receber milhares de pessoas, a casa de shows construiu sua trajetória a partir de investimentos em infraestrutura, articulação com produtores e uma estratégia de integração entre mercados do Nordeste. Mais de duas décadas depois, o espaço mantém a meta de ampliar a presença da região no circuito internacional do entretenimento. O projeto nasceu da visão empreendedora de Luiz Augusto, sócio majoritário do empreendimento, que já acumulava duas décadas de experiência no show business quando identificou a falta de uma casa de espetáculos de grande porte e alto padrão em Pernambuco. A aposta foi transformar essa lacuna em uma oportunidade de negócio, com uma estrutura preparada para receber artistas de diferentes portes e produções complexas. A inauguração, marcada por um show esgotado de Roberto Carlos, simbolizou o início dessa trajetória e a ambição de consolidar o estado como uma parada relevante para grandes artistas. Estrutura versátil para diferentes eventos Projetado para oferecer uma experiência audiovisual de qualidade, o Classic Hall tem formato de anfiteatro, estrutura simétrica e boa visibilidade a partir de diferentes pontos da plateia. A localização em uma das principais avenidas da Região Metropolitana do Recife também contribui para a operação do espaço. Embora tenha capacidade para até 15 mil pessoas, a casa trabalha atualmente com público de até 12 mil pessoas, buscando proporcionar mais conforto aos visitantes. Outro diferencial é a possibilidade de adaptar o espaço a diferentes formatos. Com paredes modulares, o Classic Hall pode receber eventos a partir de 1.500 pessoas, incluindo shows, formaturas, encontros corporativos e feiras. A flexibilidade permite manter a agenda diversificada e aproveitar a estrutura em diferentes períodos do ano. A combinação entre experiência de mercado, planejamento e versatilidade foi fundamental para viabilizar um empreendimento de grandes proporções em um cenário que ainda apresentava limitações na oferta de espaços desse perfil. Parcerias e shows internacionais marcaram a trajetória Ao longo dos anos, algumas iniciativas ajudaram a fortalecer a posição do Classic Hall no mercado de entretenimento. Uma das mais importantes foi a parceria de naming rights com a Chevrolet, iniciada em 2004 e mantida durante uma década. O acordo contribuiu para viabilizar investimentos em grandes atrações internacionais. O encerramento ocorreu após cortes de despesas definidos pela matriz da General Motors, nos Estados Unidos, embora a operação brasileira tivesse interesse em continuar com a parceria. A experiência evidenciou a importância dos acordos comerciais de longo prazo para ampliar a capacidade de investimento das casas de espetáculos e movimentar o setor. Entre os momentos mais marcantes da história do espaço estão a gravação do DVD da banda Scorpions, em 2008, o show de Elton John, em 2013, e a apresentação do Guns N’ Roses, em 2014. Com mais de 60 shows internacionais realizados, o Classic Hall passou a integrar a rota de grandes produções e a fortalecer a presença de Pernambuco no calendário de turnês que percorrem o Brasil. Estratégia regional para reduzir custos e ampliar oportunidades Manter uma casa de shows de grande porte fora do eixo Rio–São Paulo exige planejamento logístico, capacidade de negociação e conhecimento das particularidades de cada mercado. Para enfrentar esses desafios, o Classic Hall aposta na posição geográfica do Recife e na articulação com outras cidades do Norte e Nordeste. A capital pernambucana está situada entre Salvador e Fortaleza e possui conexões rodoviárias com destinos como João Pessoa, Maceió, Natal e Campina Grande. O Aeroporto Internacional do Recife também funciona como um importante ponto de conexão nacional e internacional, com voos diretos para destinos europeus, facilitando o deslocamento de artistas, equipes técnicas e público. Outra estratégia consiste em organizar rotas regionais com apresentações em cidades próximas em dias consecutivos. Um exemplo é realizar um show no Recife na sexta-feira e outro em João Pessoa no sábado. Esse planejamento pode otimizar deslocamentos e contribuir para a divisão dos custos envolvidos nas turnês. O empreendimento também mantém parcerias com produtores de diferentes cidades do Norte e Nordeste, que conhecem as características e o potencial de seus mercados locais. A atuação conjunta permite compartilhar despesas logísticas e ampliar as possibilidades de negociação com artistas e empresários. A presença do Spazzio, casa de shows em Campina Grande, também fortalece essa rede de atuação regional e amplia a capacidade de articulação do grupo. Nesse modelo, a sustentabilidade do negócio depende da combinação entre infraestrutura, conhecimento do público, parcerias estratégicas e organização eficiente de cada evento. Valorização das pessoas como diferencial Mesmo diante das mudanças tecnológicas e da crescente profissionalização do entretenimento ao vivo, o Classic Hall considera a cultura organizacional um dos principais diferenciais do negócio. A valorização dos funcionários e o estímulo à cooperação, princípios associados à gestão de Luiz Augusto, contribuíram para formar uma equipe qualificada, comprometida e alinhada aos objetivos da empresa. Essa visão se reflete no atendimento aos artistas, clientes e parceiros, além dos cuidados com os camarins e com a experiência do público. O marketing também segue uma proposta humanizada, voltada à escuta e à valorização dos frequentadores. O reconhecimento recebido de artistas, profissionais do setor e visitantes, assim como o engajamento nas redes sociais, é apontado pela empresa como resultado desse trabalho. A estratégia reforça a ideia de que uma grande casa de espetáculos não depende apenas de equipamentos modernos e capacidade de público. A qualidade do atendimento, a organização dos bastidores e o relacionamento com os diferentes agentes do mercado também influenciam a experiência oferecida. Investimentos e novos planos para o futuro A modernização da infraestrutura permanece entre as prioridades do Classic Hall. Nos últimos anos, a casa realizou investimentos em melhorias como novos sistemas de climatização, ampliação da quantidade de banheiros e instalação de painéis de LED. A proposta é acompanhar as expectativas do público e as exigências das produções, mantendo a estrutura preparada para receber eventos de diferentes formatos. Em 2024 e 2025, o espaço também reforçou sua posição no circuito nacional ao receber apresentações das turnês

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Mercado

Blondie anuncia álbum ‘High Noon’ com última gravação do baterista Clem Burke

Blondie anuncia álbum ‘High Noon’ com última gravação do baterista Clem Burke O Blondie anunciou o lançamento de High Noon, seu primeiro álbum de músicas inéditas desde Pollinator, de 2017. Com 13 faixas, o disco chega às plataformas em 26 de fevereiro de 2027 e marca a última gravação do baterista e cofundador Clem Burke, que morreu em abril de 2025, aos 70 anos. O primeiro single, “Spectral Eyes”, já foi lançado e conta com composição e guitarra de Johnny Marr, ex-integrante do The Smiths. A vocalista Debbie Harry descreveu o novo trabalho como uma combinação das diferentes fases e influências musicais do grupo. “Este álbum é Blondie clássico — uma fusão de todas as nossas diferentes influências e épocas em algo novo”, afirmou. Colaborações e diversidade musical O álbum reúne rock, punk, música eletrônica e ritmos latinos, além de participações de artistas como Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon, do Beirut, e Jess Wolfe e Holly Laessig, da dupla Lucius. High Noon sucede Pollinator, lançado há quase dez anos, e representa um novo capítulo na trajetória da banda norte-americana, conhecida por sucessos como “Heart of Glass” e “Call Me”. Último registro de Clem Burke A chegada do disco também carrega um significado especial para os fãs. Clem Burke foi um dos integrantes fundadores do Blondie e teve papel importante na identidade sonora e nas apresentações ao vivo do grupo. O baterista morreu em abril de 2025, aos 70 anos. As gravações de High Noon representam seu último registro em estúdio com a banda. Confira a tracklist de ‘High Noon’ Spectral Eyes Heartbreak Kid Come Back Home Tambo Tambo Man Who Had No Face The End Little Metal Drummer Sleepwalking Whistle Into The Wind Antifreeze East of Eden Bad Underwear Ah, Sunflower, Weary of Time

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Música

GustavoPaiva apresenta “Horizontes”, trabalho inspirado nas experiências da vida

O cantor e compositor GustavoPaiva, de Ipatinga, em Minas Gerais, lançou no dia 10 de outubro o projeto Horizontes, seu primeiro trabalho gravado. Com influências do pop, do rock e da música acústica, o artista apresenta canções que abordam encontros, mudanças, expectativas e despedidas, transformando experiências pessoais em reflexões sobre a vida. Música inspirada nas experiências da vida Compositor desde 2024, GustavoPaiva encontrou na música uma forma de traduzir sentimentos e aprendizados. Suas composições partem de situações vividas e de momentos que, mesmo sem terem o desfecho esperado, deixam lembranças e significados. Em Horizontes, essa perspectiva ganha espaço em um repertório que convida o público a olhar para as experiências com sensibilidade, reconhecendo o valor de cada etapa da caminhada. Além da atuação como cantor e compositor, GustavoPaiva é baixista das bandas Breakfast e Frequência7.0. O músico também participa diretamente das próprias gravações, tocando baixo, teclados, violões e vozes, ampliando sua presença no processo criativo. O projeto marca um novo momento na trajetória do artista, que aposta na mistura de estilos e em letras conectadas a situações cotidianas para compartilhar sua visão sobre a vida e as transformações que fazem parte dela. A proposta de Horizontes parte de uma ideia simples: nem toda experiência precisa durar para ter importância. Algumas histórias chegam ao fim, mas deixam aprendizados e lembranças que continuam fazendo sentido muito depois da despedida.

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