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Lançamentos

Emilly Rios estreia na música com álbum inspirado em memórias e experiências

Cantora, compositora e escritora baiana, Emilly Rios apresenta seu primeiro álbum autoral, ‘RIOS’, trabalho com oito canções que reúne experiências pessoais, memórias, viagens e reflexões sobre a existência. Nascida em Várzea da Roça, no sertão da Bahia, a artista construiu sua trajetória entre a música, a literatura, a fotografia e diferentes experiências vividas ao longo de viagens pelo Brasil. O título do álbum também representa uma homenagem familiar. ‘RIOS’ é o sobrenome herdado do pai de Emilly, que morreu ainda jovem e teve uma relação com a música, chegando a atuar como vocalista de bandas. Ao escolher o sobrenome para batizar sua estreia musical, a artista estabelece uma ligação entre sua trajetória e a memória do pai. Do sertão baiano a São Paulo Emilly viveu em Várzea da Roça até os 13 anos, quando se mudou para São Paulo. Aos 15, ganhou um violão da mãe e começou a aprender o instrumento de maneira autodidata, já que a família não tinha condições financeiras para bancar aulas. A música acompanhou diferentes momentos de sua vida, mas inicialmente não se tornou sua profissão. Na vida adulta, Emilly ingressou em uma universidade federal e começou a trabalhar em uma atividade convencional. Aos 21 anos, decidiu abandonar esse caminho para viajar pelo Brasil. A experiência de conhecer novos lugares e pessoas ampliou sua percepção sobre a vida e passou a influenciar também sua produção artística. Durante as viagens, a artista trabalhou em diferentes áreas, incluindo a hotelaria, e encontrou oportunidades para continuar tocando e cantando. A música permaneceu presente enquanto ela construía novas experiências. Música, literatura e fotografia A trajetória artística de Emilly não se limita à música. A artista também desenvolveu uma relação com a escrita e a fotografia e publicou um livro que reúne contos, poesia e imagens. Essas diferentes linguagens passaram a dialogar em sua produção. As experiências acumuladas durante viagens, trabalhos e encontros se transformaram em matéria-prima para suas criações. Em ‘RIOS’, essa visão aparece em oito composições de diferentes períodos. Algumas músicas foram escritas há mais tempo, enquanto outras refletem momentos mais recentes da vida da artista. O álbum transita por letras e instrumentais relacionados à sensibilidade e a questões existenciais, apresentando diferentes fases da trajetória de Emilly em um mesmo trabalho. Álbum também reúne participações especiais ‘RIOS’ conta com participações especiais de Vilma Nascimento, Alessandro Penezzi e Nicolas Krassik. Os convidados contribuem para ampliar as possibilidades musicais do projeto e acrescentam novas sonoridades às composições. A estreia representa a concretização de uma relação com a música que começou ainda na adolescência, quando Emilly recebeu o primeiro violão. O caminho até o álbum, porém, foi marcado por mudanças. A artista passou pela universidade, trabalhou, decidiu viajar pelo país, atuou na hotelaria, escreveu um livro e manteve a música presente durante esse percurso. Agora, essas experiências se encontram em seu primeiro álbum autoral. Uma obra marcada pela memória Além de representar sua estreia musical, ‘RIOS’ estabelece uma conexão entre passado e presente. O sobrenome do pai transformado em título do álbum dá à obra um significado familiar. A escolha também ganha força pela relação que o pai de Emilly teve com a música. Antes de morrer, ele chegou a atuar como vocalista de bandas, criando uma aproximação entre a história familiar e o caminho artístico escolhido pela filha. Com oito faixas, o álbum reúne diferentes momentos da vida de Emilly e transforma experiências pessoais em canções que abordam aspectos da existência humana. A obra chega ao público como resultado de uma trajetória construída entre o sertão baiano, São Paulo, as viagens pelo Brasil, a literatura, a fotografia e a música. Para acompanhar o trabalho da artista, o público pode acessar o Instagram @emillyc.r. Uma nova etapa O lançamento de ‘RIOS’ marca uma nova etapa na carreira de Emilly Rios. A artista chega à estreia musical levando para as canções referências de sua história pessoal e das experiências acumuladas ao longo dos anos. O álbum também consolida o diálogo entre diferentes formas de expressão presentes em sua trajetória. Música, poesia e fotografia fazem parte de uma mesma busca artística, voltada para a observação da vida e das experiências humanas. Ao transformar o sobrenome do pai no nome de seu primeiro álbum, Emilly registra na música uma parte importante de sua própria história. ‘RIOS’ funciona, assim, como estreia, homenagem e registro de diferentes momentos de uma trajetória construída longe de um caminho linear. O trabalho apresenta ao público uma artista que encontrou na música outra forma de contar histórias e transformar memórias, viagens e reflexões em expressão artística.

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Lançamentos

Calvin Klein e ROSALÍA celebram o lançamento de euphoria signature elixir em um coquetel intimista durante a NYFW

a Calvin Klein e a Calvin Klein Fragrances celebraram o lançamento da nova fragrância euphoria signature elixir em um coquetel intimista, com participação especial da cantora e compositora vencedora do GRAMMY e rosto da fragrância, ROSALÍA. Realizado no People’s, em Greenwich Village, o evento reuniu convidados após o desfile da Calvin Klein Collection Primavera 2027. A noite contou com coquetéis exclusivos inspirados em euphoria e sets dos DJs Kitty Ca$h e Huneycut. Entre os convidados estavam ROSALÍA, usando um look sob medida da Calvin Klein Collection, além de Giulia Be, Marcus e Iris Ericsson, Owen Thiele, 3 House, Ashtin Earle, Jake Shane, Natalia Bryant, Izzi Allain, Arantza Goett, Cyrus Veyssi, Tamu McPherson, Kemio Kurosawa, Jacob Rott, TingTing Lai, Nic Kaufmann e Bach Buquen. Quando foi lançado, em 2005, o Calvin Klein euphoria tornou-se um ícone cultural. Agora, a Calvin Klein apresenta novamente a fragrância com euphoria signature elixir, uma releitura do perfume original em uma concentração ultraintensa de 28% ou mais. A nova composição traz uma fragrância chipre-vanilla, na qual orquídea e acorde de praliné se encontram com a luminosidade da essência de patchouli, criando um aroma marcante e sensual. Crédito da Imagem: BFA   Serviço Calvin Klein Instagram: @calvinkleinbrasil E-commerce: https://www.calvinklein.com.br/ 

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Cinema

Rodrigo Santoro marcou presença no tapete vermelho na pré estréia do filme Digger

Rodrigo Santoro marcou presença no tapete vermelho de Digger, novo filme do cineasta vencedor do Oscar, Alejandro G. Iñárritu, durante evento realizado na Cidade do México, hoje (25 de setembro). O ator, único artista brasileiro presente no evento, participou da première que também contou com Tom Cruise, protagonista do longa, e do próprio diretor mexicano, responsável por obras consagradas como Birdman e O Regresso. Produzido pela Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, Digger marca o retorno de Alejandro G. Iñárritu aos longas-metragens com uma história original protagonizada por Tom Cruise. No filme, o homem mais poderoso do mundo embarca em uma corrida contra o tempo para convencer a humanidade de que é seu salvador antes que uma catástrofe provocada por ele mesmo destrua o planeta. O longa estreia em 1º de outubro nos cinemas de todo o país.

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Entretenimento

Da infância nos corais ao samba e pagode, Uli amplia sua trajetória musical

Natural de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, a cantora Uli constrói uma trajetória marcada pela música desde a infância e chega a 2026 vivendo uma nova fase profissional, com o samba e o pagode como principais referências de sua identidade artística. Com experiências em corais, apresentações solo, participações em shows e produção de conteúdo para as redes sociais, a artista prepara seu primeiro pocket show dedicado aos dois gêneros e já projeta um audiovisual autoral para o início de 2027. A relação de Uli com a música começou muito antes de ela pensar em transformar o canto em profissão. Filha de um músico, trompetista e maestro de coral, e de uma mãe que também canta em coral, ela cresceu em um ambiente no qual a música fazia parte da rotina familiar. Ainda aos 4 anos, passou a integrar um coral infantil da igreja, onde começou a se destacar em apresentações e solos. O contato precoce com os palcos ajudou a desenvolver não apenas a técnica vocal, mas também uma característica que hoje ocupa lugar central em sua proposta artística: a capacidade de estabelecer uma conexão direta com quem está ouvindo. Uma história construída desde a infância Antes de escolher o samba e o pagode como bandeiras de sua carreira, Uli percorreu diferentes caminhos dentro da música. Durante a infância, a experiência no coral infantil proporcionou os primeiros contatos com apresentações diante do público. Na adolescência e na juventude, ela continuou cantando em corais e, paralelamente, passou a desenvolver trabalhos como cantora solo. Esse período foi importante para ampliar sua percepção sobre a própria voz e descobrir diferentes possibilidades de interpretação. A convivência com a música desde cedo também permitiu que Uli tivesse contato com diferentes estilos e artistas. Entre suas referências estão nomes como Whitney Houston, Beyoncé e Bruno Mars, artistas reconhecidos por suas performances vocais e presença de palco. Com o passar dos anos, entretanto, um gênero começou a ocupar um espaço cada vez maior em sua trajetória. Por volta dos 20 anos, Uli se encontrou no universo do samba e do pagode. A identificação foi além da sonoridade. Para a cantora, os gêneros passaram a representar uma maneira de traduzir emoções, histórias e encontros por meio da música. Entre as referências que fazem parte de seu repertório e de sua formação estão artistas como Alcione, Péricles e Sorriso Maroto. Essa mistura de influências contribui para uma identidade que busca unir a força interpretativa adquirida ao longo dos anos com a espontaneidade e a proximidade características do samba e do pagode. Samba e pagode como identidade artística A escolha pelo samba e pelo pagode representa um momento de definição na trajetória de Uli. Depois de anos de experiências musicais diversas, a cantora encontrou nesses gêneros uma linguagem que considera alinhada à forma como deseja se comunicar com o público. O samba e o pagode têm como uma de suas características a capacidade de reunir pessoas em torno da música. Rodas de samba, shows e encontros musicais criam ambientes nos quais a participação do público faz parte da experiência. É justamente essa proximidade que Uli pretende explorar em sua carreira. Sua proposta não está limitada à interpretação das canções. A cantora busca fazer de cada apresentação uma experiência de troca, observando as reações do público e permitindo que o ambiente influencie sua interpretação. A ideia de encontro aparece, portanto, como um dos elementos centrais de sua identidade artística. A conexão com o público no centro do palco Para Uli, cantar significa mais do que executar uma música. A artista entende a apresentação como uma oportunidade de estabelecer uma relação direta com as pessoas que estão diante do palco. O olhar, a interpretação e a percepção das reações do público fazem parte dessa experiência. Em vez de enxergar o show apenas como uma apresentação de quem está no palco para quem está na plateia, a cantora procura estabelecer uma via de mão dupla. Essa visão aparece na própria definição que ela faz de sua relação com a música. “A música conecta pessoas de uma forma muito linda e verdadeira. Eu quero ser essa ponte entre a emoção da música e a emoção que está no coração de quem me ouve.” A declaração resume uma proposta artística baseada na emoção e na proximidade. A voz passa a ser, nesse contexto, uma ferramenta para criar vínculos e transformar uma apresentação musical em um momento compartilhado. Um novo momento profissional em 2026 O ano de 2026 marca uma etapa importante para Uli. A cantora vem ampliando sua presença artística por meio de participações em shows, apresentações ao lado de outros artistas e conteúdos musicais publicados nas redes sociais. Essas experiências ajudam a consolidar sua presença diante do público e também contribuem para a construção de um repertório visual e musical que acompanha a evolução de sua carreira. O próximo passo acontece em outubro, quando Uli realiza seu primeiro pocket show dedicado ao samba e ao pagode. A apresentação representa um marco por reunir, em um mesmo projeto, a identidade musical que a cantora vem construindo e a experiência acumulada ao longo de sua trajetória. Além de funcionar como um momento de encontro com o público, o pocket show também dará origem a novas captações profissionais. O material deverá contribuir para ampliar a presença da artista no ambiente digital e fortalecer sua produção audiovisual. Em uma indústria musical cada vez mais conectada às plataformas digitais, registros profissionais de apresentações e conteúdos musicais podem funcionar como ferramentas importantes para artistas que estão ampliando sua atuação e buscando novas oportunidades. Os planos para 2027 Enquanto trabalha na consolidação de sua identidade artística em 2026, Uli já olha para o início de 2027. A cantora prepara um projeto autoral de maior dimensão, pensado no formato de um audiovisual com composições próprias. A proposta é transformar o projeto em um grande encontro entre música, identidade e emoção durante o verão pernambucano. A iniciativa representa uma mudança importante em relação ao trabalho baseado principalmente em interpretações e participações. Ao

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Mercado

PodAND chega para marcar uma nova fase no podcast de Anderson Martin

Conhecido anteriormente como 2Clicks, podcast passa a se chamar PodAND e amplia sua proposta de reunir histórias, negócios, inovação e personalidades em conversas que vão além do mundo corporativo. O podcast comandado por Anderson Martin está de cara nova. Conhecido até então como 2Clicks, o projeto passa a se chamar PodAND, nome que acompanha uma nova fase da atração e reforça a identidade de seu idealizador.  Mais do que uma mudança de nome, o PodAND representa a evolução de um projeto que nasceu da vontade de Anderson de criar um espaço para boas conversas, encontros e troca de experiências.  Publicitário, estrategista digital e empreendedor, Anderson Martin possui mais de 35 anos de trajetória profissional nas áreas de tecnologia, mercado financeiro, comunicação, marketing e negócios. Ao longo dessa caminhada, construiu uma ampla rede de relacionamentos e esteve à frente de projetos que conectaram empresas, marcas, tecnologia e pessoas.  Agora, essa experiência também ganha espaço no PodAND, que mantém a essência do podcast, mas chega com uma identidade renovada.  DE 2CLICKS A PodAND  O antigo 2Clicks dá lugar ao PodAND, nome que traz Anderson para o centro da identidade do projeto.  A mudança acompanha um momento de amadurecimento do podcast e uma proposta cada vez mais voltada para pessoas, histórias, experiências, negócios, comportamento, inovação e tendências.  Em seus episódios, Anderson conversa com convidados de diferentes áreas e trajetórias, explorando não apenas suas carreiras e conquistas, mas também os caminhos percorridos, os desafios enfrentados, as escolhas e as histórias que existem por trás de cada profissional.  O resultado são conversas que transitam naturalmente entre o universo empresarial e o lado mais pessoal dos convidados.    EXPERIÊNCIA QUE SE TRANSFORMA EM CONVERSA  A trajetória de Anderson ajuda a explicar a personalidade do PodAND.  Formado em Processamento de Dados e Ciências Contábeis, com formação em Direção de Arte pela ESPM, especialização em Negócios da Era Digital pela FGV e MBA em Finanças pelo IBMEC, ele também acumula especializações executivas em tecnologia, gestão, marketing, liderança, experiência do cliente, comunicação e planejamento estratégico.  Anderson atuou como Head no Banco Itaú, em projetos digitais relacionados ao mercado de capitais, e posteriormente fundou a Agência M, onde desenvolveu projetos de branding, publicidade, marketing e transformação digital.  É também fundador da 2Clicks, plataforma de tecnologia e SuperApp hiperlocal voltado à conexão entre pessoas, empresas, comércio, serviços e cidades.  Essa combinação de experiências faz com que o PodAND tenha como um de seus principais diferenciais justamente a possibilidade de transitar por diferentes universos.    NOVO NOME, MESMA ESSÊNCIA  A mudança de 2Clicks para PodAND não significa começar do zero. É a continuidade de um projeto que agora ganha uma identidade mais diretamente ligada ao seu apresentador e à sua trajetória.  “O podcast já fazia parte da minha história e das minhas conexões. O PodAND nasce justamente como uma evolução desse projeto. A essência continua sendo a conversa, a troca e a oportunidade de conhecer histórias interessantes, mas agora com uma identidade que representa melhor essa nova fase”., explica Anderson Martin.  Com o novo nome, o PodAND segue aproximando pessoas e ideias em conversas que conectam experiência, negócios, inovação e histórias reais.  PodAND — novas conversas, novas conexões, histórias que continuam. 

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Entretenimento

Bolsas de algodão entram na rotina do homem moderno com praticidade e estilo

Modelos transversal e urbana da Cotuê combinam funcionalidade, design versátil e matéria-prima natural para acompanhar diferentes momentos do dia   A rotina do homem moderno pede acessórios que acompanhem diferentes compromissos, do trabalho aos momentos de lazer. Com essa proposta, a Cotuê apresenta duas opções de bolsas que unem praticidade e estilo: os modelos Transversal e Urbana, produzidos em algodão 100% e com design pensado para diferentes ocasiões. Com visual contemporâneo e proposta funcional, a Bolsa Transversal é uma alternativa para quem busca praticidade no dia a dia. A alça ajustável permite diferentes formas de uso, enquanto o formato favorece a organização dos itens essenciais para deslocamentos, passeios e compromissos urbanos. Já a Bolsa Urbana aposta em um formato amplo e versátil, que pode acompanhar a rotina de trabalho, estudos e atividades fora de casa. Seu design combina com produções casuais e urbanas, oferecendo espaço para transportar objetos pessoais com mais praticidade. As duas peças integram o conceito da Cotuê, marca de bolsas artesanais que valoriza o algodão, a produção individual e uma proposta de consumo mais consciente. A escolha da matéria-prima e o cuidado na confecção dialogam com consumidores que buscam acessórios funcionais, com identidade e atenção à origem dos produtos. Com opções que transitam entre diferentes estilos, os modelos mostram como a bolsa pode fazer parte do guarda-roupa masculino para além de ocasiões específicas, como um acessório útil e integrado à rotina. As bolsas Transversal e Urbana estão disponíveis exclusivamente na loja online da Cotuê, conforme estoque e cores disponíveis. Serviço Cotuê – bolsas artesanais de algodão Loja online: https://cotue.com.br/

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