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Classic Hall fortalece Pernambuco como destino dos grandes shows nacionais e internacionais.

Inaugurado em 2001, o Classic Hall, em Olinda, surgiu com a proposta de colocar Pernambuco no mapa das grandes turnês nacionais e internacionais. Com capacidade para receber milhares de pessoas, a casa de shows construiu sua trajetória a partir de investimentos em infraestrutura, articulação com produtores e uma estratégia de integração entre mercados do Nordeste. Mais de duas décadas depois, o espaço mantém a meta de ampliar a presença da região no circuito internacional do entretenimento. O projeto nasceu da visão empreendedora de Luiz Augusto, sócio majoritário do empreendimento, que já acumulava duas décadas de experiência no show business quando identificou a falta de uma casa de espetáculos de grande porte e alto padrão em Pernambuco. A aposta foi transformar essa lacuna em uma oportunidade de negócio, com uma estrutura preparada para receber artistas de diferentes portes e produções complexas. A inauguração, marcada por um show esgotado de Roberto Carlos, simbolizou o início dessa trajetória e a ambição de consolidar o estado como uma parada relevante para grandes artistas. Estrutura versátil para diferentes eventos Projetado para oferecer uma experiência audiovisual de qualidade, o Classic Hall tem formato de anfiteatro, estrutura simétrica e boa visibilidade a partir de diferentes pontos da plateia. A localização em uma das principais avenidas da Região Metropolitana do Recife também contribui para a operação do espaço. Embora tenha capacidade para até 15 mil pessoas, a casa trabalha atualmente com público de até 12 mil pessoas, buscando proporcionar mais conforto aos visitantes. Outro diferencial é a possibilidade de adaptar o espaço a diferentes formatos. Com paredes modulares, o Classic Hall pode receber eventos a partir de 1.500 pessoas, incluindo shows, formaturas, encontros corporativos e feiras. A flexibilidade permite manter a agenda diversificada e aproveitar a estrutura em diferentes períodos do ano. A combinação entre experiência de mercado, planejamento e versatilidade foi fundamental para viabilizar um empreendimento de grandes proporções em um cenário que ainda apresentava limitações na oferta de espaços desse perfil. Parcerias e shows internacionais marcaram a trajetória Ao longo dos anos, algumas iniciativas ajudaram a fortalecer a posição do Classic Hall no mercado de entretenimento. Uma das mais importantes foi a parceria de naming rights com a Chevrolet, iniciada em 2004 e mantida durante uma década. O acordo contribuiu para viabilizar investimentos em grandes atrações internacionais. O encerramento ocorreu após cortes de despesas definidos pela matriz da General Motors, nos Estados Unidos, embora a operação brasileira tivesse interesse em continuar com a parceria. A experiência evidenciou a importância dos acordos comerciais de longo prazo para ampliar a capacidade de investimento das casas de espetáculos e movimentar o setor. Entre os momentos mais marcantes da história do espaço estão a gravação do DVD da banda Scorpions, em 2008, o show de Elton John, em 2013, e a apresentação do Guns N’ Roses, em 2014. Com mais de 60 shows internacionais realizados, o Classic Hall passou a integrar a rota de grandes produções e a fortalecer a presença de Pernambuco no calendário de turnês que percorrem o Brasil. Estratégia regional para reduzir custos e ampliar oportunidades Manter uma casa de shows de grande porte fora do eixo Rio–São Paulo exige planejamento logístico, capacidade de negociação e conhecimento das particularidades de cada mercado. Para enfrentar esses desafios, o Classic Hall aposta na posição geográfica do Recife e na articulação com outras cidades do Norte e Nordeste. A capital pernambucana está situada entre Salvador e Fortaleza e possui conexões rodoviárias com destinos como João Pessoa, Maceió, Natal e Campina Grande. O Aeroporto Internacional do Recife também funciona como um importante ponto de conexão nacional e internacional, com voos diretos para destinos europeus, facilitando o deslocamento de artistas, equipes técnicas e público. Outra estratégia consiste em organizar rotas regionais com apresentações em cidades próximas em dias consecutivos. Um exemplo é realizar um show no Recife na sexta-feira e outro em João Pessoa no sábado. Esse planejamento pode otimizar deslocamentos e contribuir para a divisão dos custos envolvidos nas turnês. O empreendimento também mantém parcerias com produtores de diferentes cidades do Norte e Nordeste, que conhecem as características e o potencial de seus mercados locais. A atuação conjunta permite compartilhar despesas logísticas e ampliar as possibilidades de negociação com artistas e empresários. A presença do Spazzio, casa de shows em Campina Grande, também fortalece essa rede de atuação regional e amplia a capacidade de articulação do grupo. Nesse modelo, a sustentabilidade do negócio depende da combinação entre infraestrutura, conhecimento do público, parcerias estratégicas e organização eficiente de cada evento. Valorização das pessoas como diferencial Mesmo diante das mudanças tecnológicas e da crescente profissionalização do entretenimento ao vivo, o Classic Hall considera a cultura organizacional um dos principais diferenciais do negócio. A valorização dos funcionários e o estímulo à cooperação, princípios associados à gestão de Luiz Augusto, contribuíram para formar uma equipe qualificada, comprometida e alinhada aos objetivos da empresa. Essa visão se reflete no atendimento aos artistas, clientes e parceiros, além dos cuidados com os camarins e com a experiência do público. O marketing também segue uma proposta humanizada, voltada à escuta e à valorização dos frequentadores. O reconhecimento recebido de artistas, profissionais do setor e visitantes, assim como o engajamento nas redes sociais, é apontado pela empresa como resultado desse trabalho. A estratégia reforça a ideia de que uma grande casa de espetáculos não depende apenas de equipamentos modernos e capacidade de público. A qualidade do atendimento, a organização dos bastidores e o relacionamento com os diferentes agentes do mercado também influenciam a experiência oferecida. Investimentos e novos planos para o futuro A modernização da infraestrutura permanece entre as prioridades do Classic Hall. Nos últimos anos, a casa realizou investimentos em melhorias como novos sistemas de climatização, ampliação da quantidade de banheiros e instalação de painéis de LED. A proposta é acompanhar as expectativas do público e as exigências das produções, mantendo a estrutura preparada para receber eventos de diferentes formatos. Em 2024 e 2025, o espaço também reforçou sua posição no circuito nacional ao receber apresentações das turnês

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Mercado

Blondie anuncia álbum ‘High Noon’ com última gravação do baterista Clem Burke

Blondie anuncia álbum ‘High Noon’ com última gravação do baterista Clem Burke O Blondie anunciou o lançamento de High Noon, seu primeiro álbum de músicas inéditas desde Pollinator, de 2017. Com 13 faixas, o disco chega às plataformas em 26 de fevereiro de 2027 e marca a última gravação do baterista e cofundador Clem Burke, que morreu em abril de 2025, aos 70 anos. O primeiro single, “Spectral Eyes”, já foi lançado e conta com composição e guitarra de Johnny Marr, ex-integrante do The Smiths. A vocalista Debbie Harry descreveu o novo trabalho como uma combinação das diferentes fases e influências musicais do grupo. “Este álbum é Blondie clássico — uma fusão de todas as nossas diferentes influências e épocas em algo novo”, afirmou. Colaborações e diversidade musical O álbum reúne rock, punk, música eletrônica e ritmos latinos, além de participações de artistas como Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon, do Beirut, e Jess Wolfe e Holly Laessig, da dupla Lucius. High Noon sucede Pollinator, lançado há quase dez anos, e representa um novo capítulo na trajetória da banda norte-americana, conhecida por sucessos como “Heart of Glass” e “Call Me”. Último registro de Clem Burke A chegada do disco também carrega um significado especial para os fãs. Clem Burke foi um dos integrantes fundadores do Blondie e teve papel importante na identidade sonora e nas apresentações ao vivo do grupo. O baterista morreu em abril de 2025, aos 70 anos. As gravações de High Noon representam seu último registro em estúdio com a banda. Confira a tracklist de ‘High Noon’ Spectral Eyes Heartbreak Kid Come Back Home Tambo Tambo Man Who Had No Face The End Little Metal Drummer Sleepwalking Whistle Into The Wind Antifreeze East of Eden Bad Underwear Ah, Sunflower, Weary of Time

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Música

GustavoPaiva apresenta “Horizontes”, trabalho inspirado nas experiências da vida

O cantor e compositor GustavoPaiva, de Ipatinga, em Minas Gerais, lançou no dia 10 de outubro o projeto Horizontes, seu primeiro trabalho gravado. Com influências do pop, do rock e da música acústica, o artista apresenta canções que abordam encontros, mudanças, expectativas e despedidas, transformando experiências pessoais em reflexões sobre a vida. Música inspirada nas experiências da vida Compositor desde 2024, GustavoPaiva encontrou na música uma forma de traduzir sentimentos e aprendizados. Suas composições partem de situações vividas e de momentos que, mesmo sem terem o desfecho esperado, deixam lembranças e significados. Em Horizontes, essa perspectiva ganha espaço em um repertório que convida o público a olhar para as experiências com sensibilidade, reconhecendo o valor de cada etapa da caminhada. Além da atuação como cantor e compositor, GustavoPaiva é baixista das bandas Breakfast e Frequência7.0. O músico também participa diretamente das próprias gravações, tocando baixo, teclados, violões e vozes, ampliando sua presença no processo criativo. O projeto marca um novo momento na trajetória do artista, que aposta na mistura de estilos e em letras conectadas a situações cotidianas para compartilhar sua visão sobre a vida e as transformações que fazem parte dela. A proposta de Horizontes parte de uma ideia simples: nem toda experiência precisa durar para ter importância. Algumas histórias chegam ao fim, mas deixam aprendizados e lembranças que continuam fazendo sentido muito depois da despedida.

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Música

Lucas Poletto lança ‘Que término é esse’, single sobre amores mal resolvidos

O cantor Lucas Poletto lançou, o single ‘Que término é esse’, uma música que mistura sertanejo e romantismo para contar a história de casais que tentam terminar, mas continuam ligados pelos sentimentos. A faixa aborda as idas e vindas de relacionamentos em que as mensagens, a saudade e a preocupação com o outro permanecem mesmo depois da separação. Vice-campeão da primeira edição do programa Ídolos, do SBT, em 2006, o artista paranaense apresenta um novo capítulo de sua trajetória musical. A canção parte de uma situação comum: duas pessoas decidem se separar, mas não conseguem interromper o contato. Entre conversas, demonstrações de carinho e reaproximações, o término perde a aparência de definitivo. É dessa contradição que surge a pergunta que dá nome ao single. Com uma sonoridade sertaneja e linguagem popular, a música aposta em uma história romântica com a qual muitos ouvintes podem se identificar. A proposta dialoga com a tradição do sertanejo romântico, gênero conhecido por transformar experiências afetivas em canções sobre paixão, saudade e reconciliação. Da televisão à música Natural de Medianeira, no Paraná, Lucas Poletto ganhou projeção nacional em 2006, quando participou da primeira edição do Ídolos, exibida pelo SBT. O cantor chegou à final e terminou a competição como vice-campeão, conquistando visibilidade junto ao público brasileiro. Após a participação no reality musical, ele continuou ligado à televisão e esteve em atrações da emissora, participando até hoje de vários programas da casa, como Qual É a Música? e Não Erre a Letra ( com Silvio e com Patrícia Avravanel),Bailando por um sonho (com Silvio Santos), Domingo Legal (com Gugu e Portiolli), Charme (Galisteu), Cante se Puder, Hebe, Teleton, Viva a Noite, Quadro Lendas Urbanas (como ator), programas que combinavam entretenimento e participação de convidados. Paralelamente, Poletto desenvolveu sua carreira musical. Entre os trabalhos anteriores estão o álbum ‘Quero ser feliz’, lançado em 2008, e o single ‘Sinto tanta falta’, de 2018, que contou com a participação do guitarrista, compositor e produtor musical Torcuato Mariano. Com o novo lançamento, o artista amplia seu repertório e retoma o universo das canções românticas, com pegada Vanera Dançante, no projeto “Retomando as Raízes”, com regravação de Medley sertanejo dos grandes clássicos, além de sua música de trabalho, apostando em uma história de fácil identificação para o público. Onde ouvir o novo single ‘Que término é esse’ foi lançado em abril de 2026 e está disponível nas plataformas digitais, conforme as informações divulgadas sobre o trabalho. Lucas Poletto transforma as dúvidas de um amor mal resolvido no tema central de seu novo single.

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Notícias

Outubro Rosa: costura e moda adaptada podem ajudar mulheres a resgatar a autoestima durante o tratamento do câncer de mama

De lenços e turbantes a lingerie pós-mastectomia, técnicas de costura permitem criar peças que aliam funcionalidade, conforto e expressão pessoal em uma fase de transformações físicas e emocionais Em meio às adaptações que o tratamento do câncer de mama pode exigir, a moda também pode assumir novas funções. Mais do que vestir, roupas e acessórios podem ser pensados para atender a necessidades específicas, proporcionar conforto e preservar a liberdade de expressão de cada mulher. Nesse cenário, a costura surge como uma possibilidade de unir criatividade e funcionalidade, permitindo desenvolver peças que respeitem diferentes momentos e experiências. No Outubro Rosa, campanha de conscientização sobre o câncer de mama, esse olhar também abre espaço para discutir como o vestuário pode acompanhar as necessidades das mulheres durante e após o tratamento. A confecção de lenços e turbantes, por exemplo, permite explorar cores, estampas e amarrações como formas de expressão pessoal para quem enfrenta a queda dos cabelos durante a quimioterapia. Já a lingerie adaptada para o pós-mastectomia, com recursos como bolsos para próteses externas e fechamentos funcionais, evidencia a importância de pensar a moda a partir das necessidades de cada corpo. Para a professora Elizângela Gomes, da Sigbol, Escola de Moda e Costura, esse olhar amplia a compreensão sobre o papel da costura na vida cotidiana. “É nesse encontro entre técnica, criatividade e funcionalidade que a costura pode assumir um papel especial. Escolher um tecido, desenvolver uma peça ou adaptar uma roupa às próprias necessidades são experiências que podem favorecer a autonomia e a expressão individual em um período de tantas transformações. A proposta não é romantizar o tratamento, mas reconhecer que o cuidado com a autoestima também merece espaço nessa jornada”, ressalta a professora. Na Sigbol, o conhecimento em modelagem e confecção permite explorar soluções que considerem diferentes corpos, necessidades e momentos de vida, mostrando que a moda pode ir além das tendências e dialogar com questões práticas e pessoais. Outras peças também podem fazer parte desse cuidado. Quimonos e robes, com tecidos leves e modelagens confortáveis, oferecem alternativas práticas para o dia a dia. Almofadas de apoio confeccionadas em tecido, por sua vez, podem ser pensadas para proporcionar conforto durante a recuperação pós-cirúrgica, desde que respeitadas as necessidades individuais e as orientações da equipe de saúde. A criação de peças personalizadas pode ser uma maneira de aproximar o conhecimento técnico das necessidades reais das mulheres. “A costura nos permite olhar para uma peça não apenas pelo seu formato ou pela tendência, mas também pelo que ela representa para quem a veste. Quando pensamos em lenços, turbantes, roupas adaptadas e peças de apoio, estamos falando de possibilidades de expressão, conforto e autonomia. Cada mulher vive esse processo de uma maneira, e a moda pode abrir espaço para que ela se reconheça e encontre formas de se sentir representada”, afirma Elizâgela. A iniciativa reforça que a autoestima não tem uma única forma de expressão. Para algumas mulheres, ela também pode estar nos detalhes: em um tecido escolhido com carinho, em um acessório criado com as próprias mãos ou em uma peça pensada para oferecer mais conforto em uma nova fase da vida. Ao trazer a costura para a conversa sobre o Outubro Rosa, a Sigbol propõe ampliar o olhar sobre o universo da moda e suas aplicações práticas. Mais do que acompanhar tendências, criar e adaptar peças pode ser uma forma de reconhecer as particularidades de cada mulher e valorizar suas escolhas, sem estabelecer padrões sobre como ela deve se sentir ou vivenciar o tratamento.

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Música

Wes Krux: canções entre a intimidade e a dimensão cinematográfica

Artista brasileiro desenvolve uma identidade autoral marcada por melodias expressivas, diversidade instrumental e temas universais. A música de Wes Krux parte de experiências íntimas para alcançar questões que atravessam a vida de qualquer pessoa. Amor, liberdade, memória, tempo e pertencimento aparecem em composições que combinam pop alternativo, instrumentos acústicos e arranjos de inspiração cinematográfica. Desde Before I Knew Your Name, lançado em 2025, o cantor e compositor vem ampliando seu repertório com faixas como LiberAction, Logos, Golden Hill, Auren e Water by Water. Sua relação com a música também passa pela diversidade instrumental. Krux toca piano, violão, guitalele, flauta transversal, clarinete e outros instrumentos. Fez algumas aulas de violoncelo e atualmente estuda guitarra elétrica. Em 22 de outubro, essa pesquisa artística ganha uma nova perspectiva em uma sessão acústica no Estúdio 13, na Cidade do México. A gravação contará com músicos que atuam com nomes importantes da cena mexicana e destacará a interpretação das composições em um formato mais intimista.     Saiba mais: Instagram Wes krux – YouTube

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