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Revista Select

Galã do Brega consolida legado e se torna referência nacional do gênero

Galã do Brega: uma referência nacional do brega Carismático, irreverente e dono de uma trajetória marcada por autenticidade, Diego Furtado, o consagrado Galã do Brega, se firma como um dos maiores nomes do gênero no Brasil. Mais do que um artista, ele se tornou um verdadeiro fenômeno cultural, levando o brega a novos patamares e conquistando públicos por todo o Nordeste. Natural de Recife, sua história começou de forma simples, mas o destino o conduziu ao palco, lugar onde revelou seu talento nato para comunicação, entretenimento e conexão com o público. Foi ali que nasceu o “Galã”, uma identidade artística forte, construída com criatividade, presença de palco e projetos inovadores que rapidamente se transformaram em sucesso. Com uma carreira sólida e em constante ascensão, o artista coleciona participações nos maiores eventos do país, como o Carnaval de Salvador e os tradicionais São João de Caruaru e Campina Grande, além de dividir palco com grandes nomes da música nacional. Sua presença também ultrapassou os palcos, alcançando programas de televisão de alcance nacional e consolidando ainda mais sua imagem. Criador de projetos que vão além do show tradicional, como “Galã e Amigos”, onde conta sempre com participações de grandes artistas nacionais, como Zezo, Calcinha preta, Raí Saia Rodada e outros. “Galã a Bordo”, projeto que une o melhor do entretenimento em alto mar, ao som dos grandes sucessos do artista e “Circuito De Inverno a Verão”, Diego Furtado reinventa a experiência musical, unindo entretenimento, estilo de vida e proximidade com o público. Cada apresentação se transforma em um espetáculo único, marcado por energia, emoção e identidade própria. Com bordões que viralizam, músicas que conectam e uma legião de fãs fiéis, o Galã do Brega não apenas representa um gênero, ele o fortalece, moderniza e projeta para o cenário nacional com autenticidade e visão. Hoje, seu nome já não é apenas destaque: é sinônimo de sucesso, inovação e protagonismo dentro do brega brasileiro.

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Ricardo Scavuzzi celebra mais um ano de vida com uma trajetória de sucesso em Maceió

Neste dia especial, em que celebra mais um ano de vida, Ricardo Scavuzzi recebe o reconhecimento de familiares, amigos e admiradores por uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação à família e pela contribuição ao desenvolvimento econômico de Maceió. Nascido em Salvador, aos 64 anos, Ricardo Scavuzzi é daqueles personagens cuja trajetória se confunde com a própria história da cidade que escolheu para viver. Radicado em Maceió desde 1983, o empresário e advogado construiu uma carreira marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação à família e pela contribuição ao desenvolvimento econômico da capital alagoana. Ao longo de sua vida profissional, Ricardo destacou-se em diferentes áreas de atuação. Antes de se consolidar no segmento da gastronomia, foi sócio-proprietário de uma bem-sucedida rede de lojas especializada em som e acessórios automotivos, empreendimento que chegou a contar com quatro unidades e se tornou referência no setor. Atualmente, está à frente do tradicional Filé do Zezé, um dos restaurantes mais conhecidos e queridos de Maceió. Sob sua gestão, o estabelecimento fortaleceu ainda mais sua reputação de excelência, tornando-se ponto de encontro de famílias, amigos e visitantes que desejam experimentar a reconhecida culinária alagoana em um ambiente acolhedor e familiar. Além da bem-sucedida trajetória empresarial, Ricardo tem na família um de seus maiores patrimônios. Casado há 30 anos com Vânia Paiva, construiu uma sólida união baseada em companheirismo, respeito e valores compartilhados. Juntos, formaram uma grande família, sendo pais de seis filhos, motivo de orgulho e inspiração em sua caminhada. Com visão empreendedora, capacidade de trabalho e forte ligação com a comunidade local, Ricardo Scavuzzi tornou-se um nome respeitado no cenário empresarial de Alagoas. Neste aniversário, sua história é celebrada como exemplo de determinação, reinvenção e compromisso com a cidade que o acolheu há mais de quatro décadas e onde continua deixando sua marca por meio dos negócios, da convivência familiar e da valorização das tradições que fazem de Maceió um lugar especial.

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Música

Gabi Mariano transforma sentimentos em canções pop e conquista espaço na música

A cantora e compositora Gabi Mariano, de 19 anos, inicia sua trajetória oficial no mercado musical apostando em uma combinação que une autenticidade, emoção e batidas dançantes. Nascida e criada em São Paulo, a artista apresenta ao público um projeto autoral que transforma experiências pessoais, reflexões íntimas e sentimentos universais em canções de pop disco com forte apelo emocional. Ao lado do irmão Caio Mariano, que atua como empresário e estrategista de sua carreira, Gabi constrói uma identidade artística baseada na conexão genuína com o público e na força das histórias que escolhe contar através da música. Em uma cena musical cada vez mais marcada pela busca por autenticidade, Gabi Mariano surge com uma proposta clara: utilizar a arte como ferramenta de expressão, autoconhecimento e acolhimento. Seu trabalho nasce das experiências vividas, mas também das possibilidades imaginadas, criando narrativas que transitam entre a realidade e os universos paralelos que habitam sua criatividade. Natural da maior metrópole do país, a artista cresceu cercada pelo ritmo acelerado da cidade e encontrou na música um espaço para transformar sentimentos em manifestação artística. Para ela, muitas das respostas que procura na vida não estão nas conversas cotidianas, mas sim nas composições que escreve. “Eu não vou responder a tudo na minha vida em conversas. Quem quiser me conhecer, vai ter que me ouvir. Se eu passei por algo, certamente fiz uma música sobre isso — mesmo aquelas que guardo só para mim no silêncio do meu quarto. A música é como eu me manifesto e me conecto comigo mesma”, revela Gabi. Uma parceria construída em família Um dos pilares do projeto artístico de Gabi Mariano está dentro de casa. A cantora encontrou no irmão não apenas um parceiro profissional, mas também alguém capaz de compreender profundamente sua visão criativa e seus objetivos de longo prazo. Enquanto Gabi dedica sua energia ao processo artístico, à composição e ao desenvolvimento de sua identidade musical, seu irmão aio Mariano que além de guitarrista, assume a gestão estratégica da carreira, ajudando a construir uma estrutura profissional sólida para os próximos passos da artista. A parceria segue um modelo observado em importantes nomes da indústria internacional do entretenimento, onde familiares ocupam posições-chave na administração de carreiras artísticas. A relação de confiança permite que as decisões sejam tomadas de forma alinhada, preservando a essência criativa do projeto. Mais do que uma estratégia de negócios, a união representa uma extensão dos valores familiares que sustentam a trajetória da cantora desde o início. O apoio recebido dentro de casa se tornou um dos principais combustíveis para que ela pudesse transformar um sonho em realidade. Pop disco para dançar e sentir Embora a proposta musical de Gabi Mariano seja marcada por ritmos dançantes e influências do pop disco contemporâneo, sua principal assinatura está na composição. Suas músicas são construídas a partir de emoções intensas, questionamentos internos e observações sobre relacionamentos, amadurecimento e descobertas pessoais. O resultado é um repertório que convida o público para a pista de dança sem abrir mão da profundidade emocional. A artista acredita que as melhores canções são aquelas capazes de provocar identificação imediata. Por isso, suas letras exploram experiências humanas comuns, transformando sentimentos individuais em narrativas coletivas. Ao escrever, Gabi não se limita apenas aos fatos concretos de sua vida. Muitas vezes, suas composições nascem daquilo que poderia ter acontecido, de cenários imaginados ou de reflexões sobre diferentes caminhos que poderiam ter sido percorridos. Essa liberdade criativa amplia o alcance emocional de suas músicas e permite que diferentes pessoas encontrem suas próprias interpretações em cada canção. O combate à solidão através da música Em um momento histórico marcado pela hiperconectividade digital e, ao mesmo tempo, pelo aumento dos sentimentos de isolamento, Gabi Mariano afirma que seu principal objetivo vai além da criação de sucessos comerciais. A artista deseja que suas músicas funcionem como companhia para quem enfrenta desafios emocionais, dúvidas e inseguranças. Segundo ela, existe uma necessidade crescente de pertencimento entre os jovens, e a música possui o poder único de criar pontes entre pessoas que nunca se encontraram. Seu propósito é fazer com que os ouvintes se sintam compreendidos ao escutar suas canções. A sensação buscada é aquela em que a música parece ter sido escrita especificamente para quem está ouvindo. Essa conexão emocional se torna uma das marcas centrais do projeto artístico da cantora. Em vez de apenas entreter, ela busca acolher, provocar reflexões e oferecer conforto através da arte. Ao transformar vulnerabilidades em música, Gabi acredita que consegue mostrar ao público que nenhuma experiência humana é verdadeiramente isolada. Mistério como estratégia Mesmo apresentando oficialmente sua proposta artística, Gabi Mariano ainda prefere manter certa discrição sobre seus próximos lançamentos fonográficos. A estratégia adotada pela equipe é construir expectativa em torno do projeto, revelando informações gradualmente e fortalecendo a identidade visual e conceitual da artista. A escolha acompanha uma tendência observada no mercado atual, onde a construção de narrativas e a criação de uma identidade sólida se tornam tão importantes quanto o lançamento das músicas em si. Nesse contexto, cada detalhe é pensado para reforçar a imagem de uma artista que valoriza a autenticidade, o mistério e a conexão emocional com o público. Ao invés de acelerar etapas, Gabi e seu irmão optam por consolidar cuidadosamente cada movimento da carreira, permitindo que a audiência descubra sua personalidade artística aos poucos. Uma nova voz da música pop brasileira A estreia de Gabi Mariano representa a chegada de uma artista que compreende o papel da música como ferramenta de comunicação e transformação emocional. Sua proposta une elementos do pop contemporâneo, influências da música dançante e uma abordagem lírica profundamente pessoal. O resultado é um projeto que busca dialogar diretamente com uma geração que valoriza autenticidade, representatividade e conexão. A jovem paulistana inicia sua caminhada apostando em uma combinação que tem se mostrado cada vez mais relevante na indústria musical: vulnerabilidade, estratégia e identidade artística bem definida. Enquanto prepara os próximos capítulos de sua trajetória, Gabi deixa claro que sua missão não é apenas lançar músicas, mas criar experiências

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Entrevistas

Ric Rulie aposta na mistura entre eletrônico e funk em ‘Assanhada’ com WC no Beat

O DJ e produtor carioca Ric Rulie apresenta “Assanhada”, parceria com WC no Beat, em uma aposta que une a energia da música eletrônica com a identidade popular do funk brasileiro. A música chega às plataformas digitais em um momento estratégico da carreira do artista, que vive uma crescente no cenário nacional após apresentações em grandes festivais e eventos pelo Brasil. Com quase uma década de trajetória, Ric Rulie constrói sua carreira em cima de uma proposta clara: quebrar barreiras entre estilos musicais e entregar uma experiência vibrante para as pistas. Conhecido por misturar eletrônico, funk e ritmos brasileiros em suas apresentações, o artista carioca vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da cena nacional. A nova música nasce justamente dessa proposta de união entre universos diferentes. “Assanhada” surge após um encontro casual entre Ric Rulie e WC no Beat nos bastidores de uma festa onde os dois dividiam o line-up. A conexão artística evolui rapidamente e o projeto começa a ganhar forma de maneira simples e moderna: através de conversas, mensagens e áudios trocados pelo WhatsApp. Segundo Ric, a faixa foi pensada para conectar diferentes públicos sem perder a essência brasileira. “Ela tem uma melodia contagiante e bem brasileira… vai que cai nas graças da galera na Copa”, afirma o artista. Com sonoridade dançante e uma proposta mais leve, “Assanhada” aposta em uma letra sensual e divertida sem recorrer ao excesso de vulgaridade, algo que Ric considera importante para ampliar o alcance da música. “Nem todo funk precisa ter palavrão. E talvez essa música mostre que os dois mundos, eletrônico e funk, podem não só conviver, como também se somar”, destaca. Mistura de estilos marca nova fase A parceria também representa um momento importante para WC no Beat, produtor já consolidado dentro do funk nacional e responsável por diversos sucessos com milhões de reproduções nas plataformas digitais. Agora, o artista começa a explorar novas possibilidades dentro da música eletrônica, aproximando ainda mais os dois gêneros. Para Ric Rulie, essa troca entre estilos reforça uma característica natural da música brasileira. “É incrível ter um artista do tamanho do WC dando oportunidade para artistas menores e experimentando novos sons. O funk é a música eletrônica do Brasil. E, por isso, quando mistura, dá certo”, comenta. A colaboração evidencia uma tendência crescente no mercado musical brasileiro: a fusão entre ritmos urbanos e eletrônicos. Nos últimos anos, DJs e produtores passaram a incorporar elementos do funk em festivais e grandes eventos, criando experiências mais populares e conectadas com o público jovem. Presença em grandes festivais fortalece carreira Ao longo dos últimos anos, Ric Rulie passa por alguns dos principais eventos do país, consolidando sua presença tanto em festivais quanto em clubes e festas de grande porte. Entre os destaques da trajetória estão apresentações no Alok Aurea Tour, em São Paulo, além de eventos como Rock in Rio Gameplay Arena, Corona Sunsets Olympics, Réveillon Amoré, Réveillon dos Milagres e WSL Saquarema. Nos clubes e festas, o artista também acumula passagens por eventos conhecidos do entretenimento brasileiro, incluindo Arca de Noé, Camarote Allegria, Privilège, Tantra Rosa, We Make Better Days e Camarote Brahma Salvador. Uma das maiores conquistas recentes da carreira acontece justamente com sua participação na turnê de Alok, considerada por Ric um marco importante dentro de sua caminhada profissional. Em 2026, o calendário do artista segue movimentado, incluindo apresentações em eventos de destaque como Village Betano “A Grande Final” e o campeonato mundial de surf da World Surf League, em Saquarema. Números impulsionam crescimento digital Além da presença nos palcos, Ric Rulie também amplia sua força nas plataformas digitais. Atualmente, o artista ultrapassa a marca de 1 milhão de streams em seus lançamentos musicais e soma mais de 2,3 milhões de visualizações no Instagram. Outro destaque é o projeto “Saqua Sunset Live Set”, que ultrapassa 150 mil visualizações no YouTube e ajuda a fortalecer ainda mais a conexão do DJ com o público online. Entre os trabalhos recentes de maior repercussão aparece a faixa “Aperol”, lançada em parceria com a marca italiana Aperol Spritz. O single ajuda a consolidar o nome do artista dentro de campanhas e ações voltadas para lifestyle e entretenimento. Agora, a expectativa gira em torno de “Assanhada”, que chega com potencial para ganhar espaço nas playlists e pistas durante o período da Copa, aproveitando justamente a atmosfera festiva e dançante da temporada. Com uma combinação de batida eletrônica, elementos do funk e refrão contagiante, a música busca justamente esse caminho: transformar a pista em experiência coletiva e conquistar espaço tanto nos aplicativos de streaming quanto nas redes sociais. Para Ric Rulie, o objetivo segue o mesmo desde o início da carreira: fazer música sem rótulos e criar conexões reais através da energia da pista.

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Mercado

Bobdin mantém viva a essência do rock em Campo Grande e disputa votação nacional

A força do rock independente de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, segue ecoando através da trajetória da banda Bobdin. Formado em 2007, inicialmente sob o nome Bob Dinérick, o grupo construiu ao longo dos anos uma identidade marcada pela energia nos palcos, riffs intensos e uma conexão direta com o público da cena alternativa carioca. Atualmente formada por Felipe Martins (vocal e guitarra), Bruno Azevedo (guitarra), Darlan Flavio (baixo) e Eduardo Alves (bateria), a Bobdin carrega no som influências do rock nacional e internacional, sempre apostando em autenticidade e letras carregadas de emoção. Mais do que uma banda, a Bobdin representa uma geração que viveu intensamente o cenário underground de Campo Grande no fim dos anos 2000. Em uma época em que festivais independentes movimentavam centenas de jovens na região, o grupo se tornou presença constante em eventos que marcaram a cena local. Banda ajudou a movimentar a cena independente Durante os anos de ascensão da banda, a Bobdin participou de importantes eventos culturais e festivais voltados ao rock independente. Entre eles estão o tradicional Tô na Boa Festival, a Festa dos Colégios e apresentações realizadas na Lona Cultural Elza Osborne, um dos espaços mais importantes para artistas alternativos da Zona Oeste do Rio. As apresentações eram marcadas pela intensidade e pela forte interação com o público. Quem acompanhou aquela época lembra da atmosfera eletrizante dos shows, dos refrões cantados em coro e da resistência de uma cena musical que encontrava no rock uma forma de expressão cultural e social. A Bobdin rapidamente ganhou destaque entre os fãs do gênero justamente por unir peso, emoção e presença de palco. A energia transmitida nas apresentações ajudou a consolidar a banda como um dos nomes mais lembrados da cena rock de Campo Grande. Mesmo após anos de estrada, o grupo segue mantendo viva a essência do rock autoral produzido na periferia carioca, reforçando a importância da música independente no cenário cultural do estado. Rock independente segue ganhando força Em meio ao crescimento das plataformas digitais e das novas formas de consumo musical, bandas independentes continuam encontrando caminhos para ampliar alcance e conquistar novos públicos. A Bobdin é um exemplo dessa resistência artística construída fora do circuito comercial tradicional. A trajetória da banda demonstra como movimentos culturais regionais possuem papel fundamental na formação de artistas e no fortalecimento da identidade musical de determinadas regiões. Campo Grande, ao longo dos anos, se consolidou como um importante polo de manifestações culturais alternativas dentro do Rio de Janeiro. Com o avanço das redes sociais e das plataformas de streaming, grupos independentes passaram a ter mais autonomia para divulgar trabalhos e dialogar diretamente com os fãs. Nesse contexto, a Bobdin mantém uma base fiel de seguidores e continua representando a força do rock produzido de forma independente. Banda disputa votação online Atualmente, a Bobdin também participa de uma votação online que pode ampliar ainda mais a visibilidade do grupo dentro do cenário nacional do rock independente. Os fãs e apoiadores podem participar da votação através do link oficial: VOTAR NA BANDA Além disso, o público também pode acompanhar novidades, bastidores e conteúdos da banda através do Instagram oficial: @bobdin_oficial. Bobdin mantém viva a voz do rock em Campo Grande Ao longo dos anos, a Bobdin se transformou em símbolo de resistência cultural e musical em Campo Grande. Em um cenário onde o rock independente enfrenta desafios constantes para ocupar espaços, a banda segue mostrando que autenticidade, paixão pela música e conexão com o público continuam sendo elementos fundamentais. A história do grupo se mistura com a memória afetiva de muitos jovens que frequentaram festivais, eventos culturais e encontros da cena alternativa carioca no final dos anos 2000. Mais do que nostalgia, a Bobdin representa continuidade. Uma banda que mantém viva a essência do rock de rua, feito com verdade, intensidade e identidade própria.

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Lançamentos

Banda ‘Primeiros Passos’ transforma desafios em música autoral e aposta no rock independente entre Bahia e Pará

Entre sonhos, dificuldades financeiras e muita persistência, a banda Primeiros Passos começa a construir sua trajetória na música autoral brasileira apostando em letras sinceras, experiências reais e forte conexão emocional com o público jovem. Idealizado inicialmente como um projeto solo do cantor e compositor Willian Filho, o grupo nasceu dentro de um quarto na Bahia e hoje dá seus primeiros passos rumo à consolidação na cena independente entre os estados da Bahia e Pará. A história da banda começou em 2025, quando Willian escreveu sua primeira composição autoral, “Cansei De Esperar”, música inspirada em um relacionamento marcado por incertezas, idas e vindas e desgaste emocional. O single, que atualmente representa um dos principais trabalhos da banda, surgiu como um desabafo pessoal transformado em canção. “Eu vivia atrás dela, mas ela nunca sabia se realmente me queria. Então comecei a escrever sobre ter cansado daquela indecisão, e assim nasceu a música”, relembra o artista. Música criada dentro de casa virou ponto de partida A primeira gravação de “Cansei De Esperar” aconteceu de maneira totalmente independente e familiar. Com apoio do pai, que possui um pequeno estúdio caseiro, Willian conseguiu registrar a música de forma simples, mas carregada de emoção. Enquanto o filho assumia os vocais, o pai ficou responsável pelos instrumentos, ajudando a transformar a composição em realidade. O resultado foi uma faixa intensa, marcada por influências do rock nacional, pop rock e da música autoral contemporânea. O lançamento da música também carrega uma história de superação financeira. Recém-chegado ao Pará e desempregado, Willian decidiu investir os únicos R$ 50 que possuía para colocar o single nas plataformas digitais. “Eu tinha apenas 50 reais e usei aquele dinheiro para lançar a música. Era tudo o que eu tinha naquele momento”, conta. O gesto resume a essência da Primeiros Passos: uma banda construída na raça, movida pela persistência e pelo amor à música. De projeto solo ao nascimento da banda Inicialmente, a ideia era que Willian Filho seguisse carreira utilizando apenas seu nome artístico. Porém, durante o processo de criação do que seria seu primeiro álbum, um título acabou mudando completamente os rumos do projeto. “Primeiros Passos”, nome pensado originalmente para o disco, chamou tanto a atenção do cantor que acabou se transformando oficialmente no nome da banda. “Quando pensei no nome do álbum, gostei tanto de ‘Primeiros Passos’ que decidi transformar aquilo em uma banda, mesmo sendo só eu naquele momento”, afirma. A partir dali, o projeto ganhou identidade própria e lançou o single “Meu Sol”, considerado o marco inicial da trajetória oficial do grupo. Mudança para o Pará trouxe nova fase artística No início de 2026, Willian decidiu deixar a Bahia e se mudar para Castanhal, no Pará, em busca de novas oportunidades pessoais e profissionais. A mudança também abriu espaço para o crescimento da banda. O primeiro integrante convidado para integrar oficialmente o projeto foi seu irmão, Ismael, que assumiu a guitarra base e passou a colaborar diretamente nas composições. Pouco tempo depois, a internet ajudou a completar a formação da banda. Através de contatos online, Willian conheceu Jean, músico de Ananindeua, município vizinho a Belém, no Pará. A conexão artística entre os músicos aconteceu de forma imediata, consolidando o trio que atualmente representa a nova fase da Primeiros Passos. Hoje, a formação oficial da banda conta com: 🎤 Willian — vocal🎸 Ismael — guitarra base🎸 Jean — guitarra solo Letras sinceras e experiências reais aproximam público jovem Com forte influência do rock nacional dos anos 2000 e da música alternativa contemporânea, a Primeiros Passos aposta em letras confessionais e temas ligados a sentimentos humanos, inseguranças emocionais e recomeços. A proposta do grupo é transformar vivências pessoais em músicas capazes de gerar identificação imediata com o público jovem, especialmente aqueles que acompanham a nova cena independente brasileira. “Cansei De Esperar” reflete exatamente essa proposta. A música aborda frustrações amorosas, expectativas quebradas e o momento em que alguém decide colocar fim em uma relação marcada pela dúvida constante. A autenticidade da composição vem justamente da experiência pessoal vivida por Willian, que encontrou na música uma forma de transformar dores e incertezas em arte. Cena independente ganha novos nomes Em meio ao crescimento das plataformas digitais e da produção musical independente no Brasil, bandas como a Primeiros Passos representam uma nova geração de artistas que utilizam a internet, estúdios caseiros e produção própria para alcançar espaço no cenário musical. Mesmo sem grandes estruturas ou investimentos elevados, o grupo começa a conquistar ouvintes através da sinceridade das letras e da identificação emocional criada com o público. A banda também reforça uma tendência cada vez mais presente na música nacional: artistas independentes que surgem longe dos grandes centros tradicionais da indústria fonográfica, construindo suas carreiras entre cidades do interior e conexões digitais. Entre Bahia e Pará, a Primeiros Passos segue literalmente dando seus primeiros passos rumo a uma trajetória promissora, apostando em autenticidade, persistência e paixão pela música. Novos projetos e futuro da banda Enquanto amplia sua presença nas plataformas digitais, a Primeiros Passos já prepara novos lançamentos e trabalha na construção de sua identidade artística. A expectativa do grupo é consolidar um repertório autoral capaz de conectar experiências pessoais com sonoridades modernas, aproximando ainda mais a banda do público jovem que consome música independente nas redes sociais e aplicativos de streaming. Mais do que um simples projeto musical, a banda se apresenta como um símbolo de recomeço, coragem e resistência artística. Com poucos recursos, mas muita vontade de vencer, os integrantes seguem transformando desafios em canções e experiências em música.

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